skip to main |
skip to sidebar
Gianecchini sabe que vai morrerA profecia toca trombetano timbre da voz e a vida canta a poesia lírica-idílica para oboé soprar em ritmo e melodia que atesta a norma etáriaescrita em geóglifos na tez que desenha em geometria euclidiana-cartesiana uma pista para a fisiologia transmitindo a idade fisiológicaem camadas geológicasgeografadas-geoglifadas em pele de arminhoque pode ser lida em semiologiagrafada de pergaminho a papiroPorém o anjo-pelo-oboéa soprar moinhos de ventos e eventosde dentro para fora de mimdiz que eu não não sei maisnem quero saber onde passa à meia-noiteo anjo da morte O sabor da morte é improvável e o provável cientificamente estatisticamente melancolicamente é vaidade, Fábio e quiçá cólica - colite! ( Ah!, Fábio!, : há um Fábio (há-havia não mais há -agora é ó!:
ó de Nossa Senhora do Ó,
ó Nossa Senhora do Ó;
ora-pro-nobis ) numa asa de anum num célebre soneto da possível lavra de Gregório de Matos (poeta dos esgares para cagares ) o qual "qual" o anum preto-no-branco tracejava o preto-no-branco pintava o sete em preto-e-branco numa fotografia "luminosa" - luminosa-em-iluminismo galopante-filosofante-resfolegante!...: opa-upa cavalo baio : para! antes que defeques em escatologia apocalíptica ( O anum preto é de um negro retinto "como" o "colmo" no cabelo da mulher bela encaracolada em negras madeixas tipo ameixas que estudam morcegos e filósofos-poetas pelo sistema comum aos vegetais que anima os animais com alma cristã ou pagã na alma-de-gato a assomar nas planícies Já o branco... o anu-branco não é branco mas não passa em branco - não sei eu o que se entenda por isso de pássaro passar em branco-brando no bando do léxico e das tintas-à-pastel ao viajar ileso volante-adejante pelos olhos ingênuos de um menino que admira o voo ama o anum quer seja anu-preto ou anum branco - O negro da noite 0 não-branco na casa do xadrez para mestre enxadrista que joga preto-no-branco mexe peças pretas e brancas - enquanto o anum no bando anu-preto ou anu-não-branco vai chilreando A chilrear ) Ama o anum ao menino preto-no-branco "qual" o jogo de xadrez do claro-escuro à Caravaggio no couro do corpo pintado do-dia-e-da-noite exposto no tabuleiro vital - "consubstanciado"! em anum-preto-ou-passado-pássaro-em-branco o "qual" pia ou gorjeia tal "qual" o Predicador asseverava furibundo : - pois "tudo é vanidade!" não só no Eclesiastes mas também em outras hastes mais dadas ao vegetal no pensar-práxis-vegetal do sistema nervoso vegetativo ( putativo na lei penal ) - que é a vida em inteligência vegetal calcada no mineral outrossim em sais minerais e ais muitos ais - ai-jesus! que o homem é sujeito a dores sujeito-com-dores e a vida um doer um suplício a supliciar e a suplicar pela vinda do homem das dores - também denominado de Messias consoante soe a fonte judaica ou cristã... ) Eu sabia até alguns dias andados para trás ao modo dos antípodas que ia morrer estava morrendo arfando buscando o ar rarefeito para peito estufar subindo Monte Everest arfante... Mas já me esqueci da morte já a olvidei deveras e penso e creio até que vão inventar a imortalidade se não já a inventaram e Elvis Presley não morreu!!!!
Bella Chagall também não
está viva em retrato pintado por Chagall )...: - porém tudo aquilo em não creio incréu que sou cético-em-ego ególatra demuda-me em crédulo com uma credulidade infantil-senil quando me deparo
com o medo da morte escura sempre a caminho negra pérola incrustada no carvão e na hulha montada num cavalo negro ou a tremeluzir no diamante da vida preclaro do recém-nascido todavia vindo por via negra antes de nascer o sol e o bebê ou a lâmpada-lambda de Aladim-Edison - Creio não em deuses padres ou padrastos que são trastes estorvos à liberdade individual fontes de políticas e políticos - Creio e meu credo é este conquanto todo molhado em sarcasmos : - que vão inventar a vida eterna ou nadificação do tempo antes que eu apague em ego e me retire do ego-corporificado baixe à zona escura à sombra d morte onde estava-não-estava antes da vida antes do ser vir-a-ser em natal - antes da natividade me por em presépio sendo o foco de interesse geral - porquanto menino-jesus fui!... e fui! Sei no íntimo que ficarei para os ritos perpétuos da egolatria perpetuados pela medicina... nossa senhora do perpétuo socorro! que alonga a vida pelo oblongo que curva a eternidade na forma de longitudinal tempo cilíndrico que alonga-oblonga e assim ganha mais tempo no espaço vivo em motores e almas são motores cantores no ar que sopra seu som em oboés para anjos os quais existem enquanto ruído de motor ruidosos no ar em conflito com os movimentos físicos-corporais do motor em bate-bielas e toca pistão e do anjo melódico soprando o pistão nos instrumentos musicais com pistão soprados por anjos na boca do músico ou no calor do motor Otto em ciclo Otto no vasto campo da termodinâmica e outros ritos da física - ciência do motor o "qual" é o espaço ( o espaço é o motor! ) criador do tempo nos embates conflitantes de frio versus calor fogo-água-apagou ( há uma pomba que o fogo-apagou! em onomatopeia ) força-inercia ( centrípeta ou centrífuga força ) e tantas energias que habilitam o tempo para funções dadas em língua-linguagem matemática-algébrica - o código mensageiro (anjo) do tempo-espaço que não é eterno ( o eterno é símbolo-signo para a antítese do tempo nadidade filosófica posta no ser ou verbo que a mente humana dá põe em dados colhidos pelos sentidos pescadores que levam tais peixes ao pensar - um pescar nada clínica ou um inclinar sobre o nada e somente assim ser não sendo senão paradoxo ) Ah! flor-de-lis que me lis-lê-junto-a-florípedes e se enflora-enfuna toda em umbela-caravela - com a vela de cara para o vento e a vela padrão posta nas cefeidas assim aproando : Bela é a umbela... Bella Chagall!..., não é?! Era morte o que eu (tu) não era(s) não fora em nenhuma Era - nem em Era geológica em ego, antes da vida?!... Qual o parâmetro para definir morte? E vida e Buda no Zen budismo...?!... Contudo Marconi morreu... voltou ao breu ao carvão-carbono e equação primordial antes do delta-do-pensamento mineral-vegetal - à grande noite mais escura e temida que trevos nas trevas - às trevas-entrelaçados-com-trevos daqueles que nem nascituros foram... ao esquecimento letárgico... - ao fatídico mergulho nas águas do rio Lettes!
( A parte recíproca dos sonhos germinados
e geminados
na alma do amigo
soçobrou no naufrágio derradeiro
quando a bolha
que continha o mundo onírico comum
estourou nele
levando uma porção de bolhas
que espocaram com ele
e não se "reciprocavam" mais com min'alma
quando o ar aqueceu
com o sol da manhã
desmanchando trevas dos olhos dos vivos
e penteando trevas nos olhos
que já não pertenciam
nem tampouco acordaram
com o amigo morto
cujo acordo com o sol
não constava mais no acórdão
que explodiu as bolhas dos sonhos
antes que o morto
preso na cova do corpo
pudesse fugir
pela bolhas
que ao surgir
na forma de sonhos
traz do fundo do corpo
a alma dormente
flutuando nas bolhas
antes que elas se arrebentem
e não possam mais servir
de transporte à alma)
Não sou escritor não escrevo versos nem em versos - não escrevo! porquanto o poeta não escreve não grafa pois a poesia foge à regra está fora da norma não concerne à onomástica... A poesia é livre não como a borboleta no campo mas como um homem livre na cidade ou no campo na prisão ou no sobrado nos paços imperiais ou mais ainda no passo do caminho junto ao passarinho - ombreando com o marimbondo que vive seu tempo em xadrez de noites e dias claros e escuros com olhos voltados para esse tabuleiro de um xadrez natural... Chita! : - a natureza veste chita! A poesia não é desenhada em grafia geométrica-geodésica que tracejam gráficos eficazes para engenheiros equacionarem em uma língua matemática-algébrica
o que hão-de fazer
para construir uma ponte ou uma "catedral ebúrnea" como hão-de escrevinhá-la
em poema-matemático-de-equação em equação literal simples flor algébricaou floco de álgebra que descreve a ponte pênsil na língua-linguagem-símbolo hieroglifada sobre estruturas de aço que são arcabouços do nada na prancheta do arquiteto
e depois uma bolha
suspensa no rio
hieroglifada
no cálculo do engenheiro... A poesia é livre inclusive do poeta - e captar essa liberdade sem asas é a missão do poeta que não geografa mariposas mas as geoglifa faz delas um geoglifo no glifo e no hipogrifo A poesia é o homem e a mulher juntosunidos no amplexo intermináveis abraços
durante os interlúdios de amor - interlúdio para a vida tocada ao sopro do oboé-anjo que sopra a trombeta do gozo final no orgasmo ou na orgia orgástica - ou organista em Buxtheud-Bach sob a abóbada da catedral medievalos quais ouviam e tocavam no ouvido do tempoentão escrito com outra língua-linguagem que não podemos ler nas entrelinhas que a língua é como o tempo e o espaço equacionado em amor - só existe e é compreendido naquele instante-paixãonaquele esgar-"phatos"que vai do puro deleite ao puro leiteque amamenta primeiro a criançaque cria o mundo de novoe depois alimenta o pó do vampiro-latim ressurrecto mas sempre insurrecto que este é o homem -"Ecco homo!," senhor vegetal da terra mineral! este animal amotinado porém sempre apaixonado por Vênus Ísis Afrodite...: Nefertiti enfim!, ó terras do Egito dos faraós! - terras negras
dos deuses antropozoomorfos...: de Anúbis...: Anúbis
( O Egipto é Anúnis
- Anúbis é o Egipto
no desenho geometrizado do homem-animal
ou do homem com alma
enfim, Anúbis é o projeto de homem-deus
projeto de faraó ou rei
em hieroglifos na escrita
e em geoglifos na forma desenhada
para gestos de corpo humano
dramatizado em rictos e ritos
Anúbis é a equação geométrica-literal
que descreve a parábola do Egipto no tempo-espaço
em que existiu no homem
já então cartesiano e euclidiano
- já geoglifado nos corpos
antes dessas persongens de história apócrifa
e nas letras em símbolos-signos da época
do Egito vivo até hoje em Anúbis
ou do homem-egípcio
em Anúbis representado
nitidamente
embora sem descortinar cabalmente
a tenuidade que o pó da época apagou
ou foi varrido verbalmente:
- Primeiro oralmente
no cessar dos sons das vozes em burburinho
e depois na escrita
apagada da luz
pelas sombras do tempo
- as sombras que restam do tempo...)
ESCÓLIO II : POEMA EM PROSA SOBRE A FUNÇÃO DO POETA-FILÓSOFO
As escritas e vocalizações são feitas para uma época, para compreender, ou tentar entender, um espaço e tempo, no qual o homem em ação entendia e expressava-se nas línguas e linguagens, por várias formas de escrita ( desenho, símbolos, signos ) sua inteligencia do universo, grafa, glifada e falada ( cantada no "Teatrum Mundi" ou no "front" de batalha e ainda sob o jugo da natureza quando da borrasca e os cataclismos que na anatomia e fisiologia do corpo humano corresponde às doenças, mormente as degenerativas que, não obstante a expressão "degenerativas", ou seja, que degeneram, levando à morte ( levando o degenerado a morrer ) , não ocorrem somente em macróbios, mas também degeneram jovens, os quais, então, se tornam velhos precoces, envelhecer precocemente, pois tais enfermidade atacam os "genes", mexem em suas estruturas e em sua comunicação, porquanto genes também são mensageiros e se a mensagem é negativa ou imperfeita , deixa esses genes em "pedaços", aos frangalhos, ineptos para cumprir sua função vital plena). Tais línguas-linguagens escritas, cantadas, faladas, mimetizadas no corpo, "geografas" pelo homem na escrita e na fala, no canto e na dança, na medicina e no teatro, enfim, no coro humano e nos substratos que acomodam as artes plásticas, a literatura,a ciência, a filosofia e, enfim, toda atividades humana ou do espirito humano, encaixada ou gravada-grafada num artefato cultural, de cunho antropológico, etnológico, não são são vocalizadas mais como dantes, devido à sutileza do timbre e outros detalhes inteligentes na fala ou canto individual e, por outro lado, "geoglifadas" pela natureza no mesmo corpo humano ( ou em outro corpo humano que não concernente à cultura, com seus artefatos médicos : drogas, fármacos, dentre outros, mas à natureza, tecnologia "in natura") pela ação da mão do tempo, que é frio, calor, umidade, secura, gravidade, clima, água, vento, sol... : enfim, tudo o que toca ou modifica as coisas no espaço, tirando-as de sua inércia ageométrica de Euclides, curvando-a nas parábolas de Descartes e no espaço-tempo relativo ( em feixe de ralações produzidos pelo frio, calor, fogo, ar, clima, ventania...) de Einstein, que é o último dos Euclides basais. A fala é um canto lento, menos dramático que o canto propriamente dito : é um chamamento dramático, um apelo de alta dramaticidade, talvez resquício do período de caça e das primeiras intempéries, cataclismos, que ficou nos genes humanos glifados ou geoglifados, desde os tempos primitivos, tempos dos homens das cavernas, pois a terra escreve por genes e outra linhas tortas nas árvores e formas arbustivas que procuram o sol, o banho de sol dos prisioneiros da sombra gélida. Não temos como ler qualquer tipo de língua-linguagem fora de seu tempo, desassociada, dissociada do espaço, porquanto ela, a língua-linguagem, é uma geografia ( é geografada, antes de ser escrita; ou seja, em sua tinta ainda sobra muito da terra, da geografia e geologia da terra, do clima, da comunidade-clímax, enfim, de onde proveio) e está inserida neste contexto terreno
( conceito-terra, geo-conceito ou concepção-gaia ) e no contexto de interesses ( politico, econômico, social, enfim , cultural ) onde foi plantada com raiz, mormente porque o tempo é o verbo, na escrita, está no verbo, que dá ou transmite ação à língua, assim como o faz o pistão com o motor Otto de dois ou quatro tempos."Tempos" do motor! ( O tempo in natura é o verbo em "geólogos", ou seja, numa língua-linguagem de "logos" móveis, plásticos ou que ocasionam as flexibilidades, que caracterizam a terra e a vida e que são funções do calor que dilata, do frio que encolhe, do fogo, da água, do vento, do sol, do clima, das geleiras, chuvas, neve...). O substrato da fala, canto lento, é o vento, que cria o nariz, a boca, a respiração, enfim, o som que esculpe tudo. Daí nasceu na mente grega o deus Éolo, senhor dos ventos, tocador de moinhos de ventos e de Dom Quixote de La Mancha, com a cabeça no vento...: e sem chapéu! O vento é o pai da música, das Musas que inspiram a música na tragédia grega, refinada pela inteligencia de Nietzsche, filósofo trágico, do trágico, poeta trágico, filósofo e filólogo da tragédia, pai da inteligencia do espírito das música, cujo substrato é a tragédia da vida e não a reprsentada no teatro. Portanto, somos analfabetos e incapazes de vocalizar antigas línguas e falas e cantos na tragédia de época ( a tragédia ou canto do bode,enfim, um canto, é o que dizia Nietzsche : o "espírito" ou pensamento ou ser da música: a música é sempre dramática ou trágica, mesmo a comédia é, sem redundância, uma tragédia, a qual expressa de outro modo o que é trágico : o ridículo e trágico e, quiçá, masi trágico que a morte mais trágica, pois é um sofrer em vida, uma demostração matemática-geométrica no palco ou no anbfitaetro social a nossa demencia, a demencia humana.E há algo mais tágico que a demência humana, a estupidez, enfim, a loucura de que ri Erasmo de Roterdan e todos os lúcidos Lucianos e Apuleyos do alfabeto grego ao latim escrito-cantado na tragédia que a missa enuncia - sempre em canto! : do bode... ou do cordeiro! : o expiatório-imolado.Vamos citar o poema que demonstra, em seu escólio, o que o deus chacal Anúnis representa na lingua-linguagem do Egito antigo, tanto em desenho geométrico da figura quanto na grafia ou hieroglifia daquela personagem divina, que era o Egito em terra e rio, enfim, o Egito no homem e visto pelo homem. Senão, vejamos :
( O Egipto é Anúnis :
no desenho geometrizado do homem-animal
ou do homem com alma
enfim, Anúbis é o projeto de homem-deus
projeto de faraó ou rei
em hieroglifos na escrita
e em geoglifos na forma desenhada
- Anúbis é a equação geométrica-literal
que descreve a parábola do Egito no tempo-espaço
em que existiu no homem
e nas letras em símbolos-signos da época
do Egito em Anúbis
ou do homem em Anúbis representado
nitidamente
embora sem descortinar cabalmente
a tenuidade que o pó da época apagou
ou foi varrido verbalmente
primeiro oralmente
no cessar dos sons das vozes em burburinho
e depois na escrita
apagada da luz
pelas sombras do tempo
- as sombras que restam do tempo...)
A poesia é o indizível, o inenarrável, o trágico e o gozo, o interlúdio que o poeta capta na vida e, como o poeta não é um escritor, mas um pensador e um filósofo livre para fabricar sátiras, fábulas, deuses, igrejas, versos, música, teologia, mística, mistérios, enfim, exprimir vivenciando tudo o que percebe na vida, é ele, o poeta, o único ser humano livre das peias da sociedade e da cultura, um ser que foge ao contento, não se veste neles, ou não está vestido e invertido por eles, como sói ao rei e a todas as demais personagens da fábula que é a vida em comunidade, diferentemente da vida em individualidade, do monge de fato em ato que é o poeta e não o monge subjugado pelo seu casamento com as regras de ordem e da Ordem dos Cartuxos a que se submete, obediência, silente, modesto, resignado ( um filósofo calado voluntariamente, embora isso seja mais um paradoxo, mas...se o homem é mesmo o próprio "papiro" onde se inscreve e se escreve o paradoxo mais ancho!). é ele, o poeta, que cria os deuses, ele, o esteta, que, ao descobrir a estética, ao vislumbar a beleza, a desvela, na filosofia, pela filosofia, pela paixão á verdade e pela admiração u espanto que o belo lhe causou, ocasionando outrossim, com o ato da admiração ou espanto, o derrame da filosofia no mundo, ou seja, o por o ser no mundo e não deixá-lo mais quedo e mudo na mente humana,
postulante ao mundo e geometrizante do mundo que cria. o poeta é o Criador e o mundo e os deuses seus criados ou criaturas. O resto é flor...
Enfim, o Egito pode ser visto pela imagem de Anúbis, mas não penetramos o símbolo, que é mais que a imagem, e que na mesma imagem de Anúbis, está borrada e rascunhada sob uma imagem sobreposta pelo nosso contexto vivido ou vivo, que nos cobre com a luz e a treva que nos vela os olhos e a mente que trabalha com novos símbolos elaborados, os quais não servem para ler Anúbis, nem o Egito, senão o Egipto do s egiptólogos e dos arqueólogos e dos paleontólogos, que o que lêem e cantam é a tragédia de suas ciência limitadas pelos símbolos e signos que os prendem a um tempo determinado e fatal para elucubrações, especulações, das quais vivem, sonhando, oníricos, delirantes, pois não sabem ler poesia e, concomitantemente, filosofia, porquanto essas dua ciência são vivas, eclodem no corpo e na natureza atual, que lemos com a poesia e filosofia que não podem ser escritas, porque não são captadas pela escrita, nem pelos escritores.
O poeta-filósofo descreve parábolas cartesianas e anti-cartesianas, cujas pistas rabiscadas são as marcas indeléveis deixadas pelos pés céleres do tempo e espaço em coisas e artefatos, no tempo-espaço em que vive pressurosamente. Pois tudo passa com muita pressa e a vida é para ser amada ; não apenas vivida.
Sem ser amada, a vida é semi-vida ou semi-vivida e o poeta é o único ser humano que conhece a sombra e a essência-existência do vegetal e do animal no fauno, que é o fenômeno ou o reflexo fenomênico nos olhos e demais sentidos da vida viajando em existência, reflexo esse transformado em reflexão ( ação pensante) e realização do conceito em símbolo, no fauno, que é a essência geometrizada-equacionada-concebida com pecado, e na vida em companhia do fauno, que é a existência : o ser-coisa-com-a coisa ou em companhia da coisa, não mais em si, mas em mim e ti.
Uma língua em geóglifoscantaria na ave...!- está escrita no pássarocanta na concepção melódica da ave ...:e por essa música "geoglifada" na partitura avícoladescreve-a conceituando em genes na forma do corpo anatômico e fisiológico geométrico corpoda ave concebidaquase sem pecado não fosse a concepção geométrica do ser que apaga o ente Essa linguagem em geoglifos- está escrita no poeta! porquanto na alma do poeta canta um idioma em geoglifos!incrustado no espíritonada santoe paradoxalmente todo santose não se apegar aos fracionamentosa revolver o homem em camadas sedimentaresdentro do poetao qual sobrevive no interior do homem Todavia o homem - o comum dos homens não tem o poder de ler em idioma geoglíficograças aos seus apodosanodos catodos geodos e tropos : litote antonomásia sinédoque hipérbole metonímia metalepsia perífrase - graças à Polímnia! : Musa da retórica - graças às três graçase graças à sua graça na garça! ó garça no paul branca na vela da luz solar...:- e graças à sua graça "Stela" bela - beta na manhãalfa à noite Um idioma em geóglifosnem pode ser lido em logos de homemSomente pode ser ouvidoe lido na lida da escrita naquele ato de poeta no vidro da vida - mas não na literatura do poeta!, a qual dá à ciência um pouco da esmola sapiencial em vocábulos polifônicos na terminologia de Goethe Dostoievski-Modigliani Chopin-ChampollionPlatão-Planck Euclides-Descartesdentre outros poetas oriundos do fundo - do mais profundo das várias línguasque são linguagensmetafísicas ou matemáticas cuja poesianão pode ser escritapintada ou esculpidasenão na almado ornitorrinco e do ornitólogodo macuco e do malucoque é o homem( - e somos nós! poetas soterrados por camadas geológicas da terra no corpo e fora do corpoao montes nos montes e pelos montes amontoados em montanhas e serras e cordilheirasvincadas pela escrita geoglifica do sol que não lê em cuneiforme nem tampouco em hieróglifos grego copta ou sânscrito dos sânscritos )A língua geoglíficahaurida do cosmosdesce ao anjo naturalmensageiro dos poetas porque tão-somente os poetas vitais virais e vitalícios e poetisas tais ( mais que tais! :a mulher é muito mais vital-viral-vitalícia...) têm acesso a elaexposta em estela ou quando amarela na folha de outonoescrita ali ou na asa da borboleta amarelaque passa pelo amareloo amarelo-canário ou ouro pintado no espectro dos olhos dos pintores impressionistasà la Claude Monet um poeta-vaga-lume de luz radiante - ambiente Contudo não podem escrevê-lana sua poesiaos poetas- mas apenas na sua alma!, porquanto é um códigopraticamente intraduzível em outro idioma apenas passível de versãoem outra linguagemou outra língua enfim, em língua-linguagem para além de qualquer escrita para leitura e literatura pois não está arraigada no depois temporal do verboo qual inventa e emite um tempo para inexistência do homem - tempo para homem mortoque não tem mais tempo junto às ervas verdejantesesparsas nos passos dos caminhos plantados com os pés A aventura de traduzir tal língua em vernáculoou em qualquer outro código linguísticoou de linguagem é algo assim como fazer tradução do galo para o francês ou do francês ao galo- da antiga Gália onde vivia o gaulês no geodo do corpo escrito com genes em um código de comunicação em geóglifos- um dentre infinitos códigos de comunicação geoglífica se há algum infinitoem linguagem matemática "algebricada" que pensa o todo e mais que o todo :o infinitoe o nada outrossim algebrizado- o nada que denega tudo nos atos dos matemáticos apóstolos dos poetas e dos filósofos na nadificação - do nado ao nada ( e do nada ao nado?!... )